sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Renas

A rena é um dos cervídeos mais bem sucedidos. Pertence à família dos alces, cervos, corços, tarucas, guemais, veados, chitais, barasinghas, uapitis, thamins e sambares.

Só existe uma espécie de rena:

  • Rangifer tarandus



A rena, ou caribu, é um cervídeo que vive em manadas e em latitudes nórdicas. Ambos os sexos têm chifres. A palavra caribu deve ter vindo da língua mimac em que significa "pata".
Em 1952 a rena foi reintroduzida na Escócia, mas depois extinguiu-se novamente.
A rena macho tem chifres mais elaborados que a fêmea, são mais altos e mais pesados, cerca de 300 kg. A rena tem os maiores chifres em relação ao seu próprio corpo no mundo dos cervídeos. Tal como seria de esperar, a rena é herbívora. Mas no tempo em que a erva é escassa ou quando os lemingues (pequenos roedores) são extremamente abundantes, podem comer ovos, pássaros e roedores!!!


Sazonalmente, migram para procriar. As pernas compridas e cascos largos ajudam a que não se afunde muito na neve e lama. São silenciosas, mas o barulho dos seus tendões, enquanto marcha, pode ser ouvido a grande distância!
Os principais predadores são os lobos, os seres humanos e, os mais estranhos, as águias-reais que caçam as crias. Os corvos também são muito agressivos bicando os olhos das crias e comendo-os, causando cegueira e depois morte.
A rena é muito importante na economia dos povos nórdicos. Nalguns locais caçam renas selvagens.
Apesar de os humanos terem ocupado muito do território das renas, ainda havia mais território para a sobrevivência da espécie, o que a torna um dos cervídeos mais bem sucedidos.


Existem 2 populações distintas na Geórgia do Sul, uma ilha do Atlântico Sul. No entanto, as renas foram introduzidas aí e não são originárias. A bandeira e brasão da Geórgia do Sul e Sandwich do Sul têm uma rena bem lá no topo.
Nas ilhas Kerguelen, só a maior ilha é que foi conquistada pelas renas pois tem mais espaço.
A ilha é incessantemente varrida por ventos fortes e gélidos enquanto que a fauna e flora fica vulnerável às fortes mudanças climáticas.
As populações das ilhas Sul Atlânticas estão constantemente a ser estudadas para testar a teoria da evolução.


Sabemos que as renas não voam e que não guiam o trenó do Pai Natal. Para isso ser possível, as renas teriam de viajar à velocidade da luz, mas isso também não lhes ajudaria, pois as renas praticamente iriam ser deterioradas em pó, assim como o trenó e... o Pai Natal!
As renas estão no estatuto de "pouco preocupante", significa que estão longe de ameaçadas.
A sua distribuição geográfica toca com os países: Canadá, Estados Unidos, Gronelândia, Noruega, Finlândia, Rússia e Mongólia.

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